IMPACTO DA POLUIÇÃO SONORA NO APARELHO AUDITIVO

O som de muitas pessoas falando, buzinas, sirenes, barulho do metrô… A exposição diária a todos esses ruídos pode ser muito nociva ao aparelho auditivo humano. Para um melhor controle da poluição sonora, algumas grandes cidades têm critérios específicos ou mesmo programas de fiscalização como é o caso da iniciativa paulistana – Programa de Silêncio Urbano (PSIU), que determina os níveis máximos de ruído aceitáveis em área residencial (50 decibéis durante o dia e 45 à noite) e área industrial (70 decibéis durante o dia e 60 à noite).
Além de distúrbios urbanos, essa preocupação está relacionada aos impactos que esses ruídos causam às células localizadas na parte interna do ouvido, que, uma vez lesionadas, não se regeneram, e a capacidade de audição vai sendo perdida com o passar do tempo. A capacidade de ouvir é o primeiro sentido a se desenvolver durante a formação do ser humano, ainda na gestação, e é fundamental para a comunicação efetiva. A maior parte dos distúrbios de comunicação é proveniente de problemas auditivos, causados principalmente pela exposição a sons intensos.
Os prejuízos para a audição variam de acordo com o tempo de exposição e a intensidade dos ruídos e podem causar, além da perda auditiva, dor de cabeça, cansaço, elevação da pressão arterial, perda de concentração e aumento dos níveis de cortisona e colesterol no sangue.
Segundo Dr. Mario Munhoz, coordenador do Centro de Otoneurologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a melhor medida é evitar exposição intensa e prolongada a ruídos altos e muito barulho e, sempre que possível, usar protetores auriculares.
Curiosidades
- O decibel é a medida da intensidade sonora.
- Por ser uma relação logarítmica, um pequeno aumento da quantidade de decibel significa um grande aumento na pressão sonora. Por este motivo, quanto mais intenso for o som, menor o tempo de exposição. Assim, som de 80 dB permite exposição de 8 horas, ao passo que som de 100 dB permite exposição de apenas 5 minutos.
- Algumas pessoas, quando se encontram em silêncio quase absoluto, escutam um zumbido distante. Esse barulho pode ser um sinal de perda auditiva.
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Expansão do mercado de conteúdos em áudio e vídeo aumentou a procura por especialistas em acústica e montar um estudo

Gerar e transmitir conteúdo é, senão a principal, uma das formas indispensáveis de engajar e relacionar-se com seu público-alvo. Essa relação ocorre como uma consequência de o público passar a vê-lo de forma relevante dentro daquele tema, uma espécie de referência no assunto.
Para ser visto e ouvido como relevante por seu público-alvo é preciso demonstrar qualidade não só no conteúdo que se quer transmitir, mas também no aspecto e no modo como o conteúdo é transmitido. Assim, ao se produzir conteúdo audiovisual a qualidade do som é claramente um aspecto fundamental – e um ambiente acusticamente adequado ajuda muito o processo de pós-produção.
Para os profissionais e as empresas que já criam ou que pretendem começar a produzir e disponibilizar conteúdo audiovisual, existem diversos meios de divulgação como: o YouTube, os live podcasts, as rádios online, as mídias sociais e as ferramentas de streaming.
Contudo, quantas dessas empresas e profissionais possuem um estúdio de verdade para proteger o ambiente de sons intrusivos e gerar conteúdo audiovisual profissional? Esse pode ser um diferencial competitivo frente aos concorrentes… Mesmo que ao fundo, um barulho desagradável e incontrolável certamente arruína toda uma sessão de produção e demonstra amadorismo.
Neste artigo, você vai saber mais sobre os primeiros passos e quais são os equipamentos necessários para montar o estúdio. Além de informações sobre como a criação de estúdios apresenta possibilidades de trabalho para profissionais de acústica.
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Barulho é, por definição, um som indesejável. Ele varia em sua composição em termos de frequência, intensidade e duração. Sons que são agradáveis para algumas pessoas podem ser desagradáveis para outras. Por exemplo, os sons de música poder ser divertidos para alguns, mas outros já os consideram lesivos. Então, para um som ser classificado como "barulho", este deve ser julgado pelo ouvinte.
PERDA DE AUDIÇÃO INDUZIDA POR RUÍDO (BARULHO)
A exposição contínua a níveis de ruído superiores a 50 decibéis pode causar deficiência auditiva em algumas pessoas. Há variação considerável de indivíduo para indivíduo relativa à susceptibilidade ao barulho. Entretanto, padrões têm sido estabelecidos que indicam o quanto de som, em média, uma pessoa pode tolerar em relação ao prejuízo de sua saúde.
ATENÇÃO! O BARULHO PODE PREJUDICAR VOCÊ.
Muitos sons em nosso ambiente excedem estes padrões e a exposição contínua a esses sons pode causar até a perda da audição. A diferença em níveis de decibéis é maior do que se poderia esperar: 100 vezes mais energia sonora entra nos ouvidos em um ambiente de 95 dB do que num ambiente de 75 dB.
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